Renato Aragão, o eterno Didi, quebrou o silêncio após ser alvo de um processo judicial movido por sua filha mais velha, Juliana Rangel Aragão.
O comediante, através de sua assessoria, emitiu uma nota oficial para esclarecer a ação de cobrança, alegando que a disputa se refere à administração de recursos que Juliana herdou de sua falecida mãe, Martha Maria Rangel Aragão, há mais de uma década.
💰 A Dívida Alegada no Processo
No processo judicial, Juliana alega que Renato Aragão não teria quitado um empréstimo no valor de R$ 950 mil, cujo prazo final era 31 de dezembro de 2023. Essa falta de pagamento teria gerado uma dívida atual de aproximadamente R$ 872 mil.
Origem do valor: A quantia emprestada teria sido proveniente da venda de um imóvel que Juliana herdou.
A Versão de Renato Aragão e o Comunicado Completo
Em pronunciamento divulgado pela coluna da Fábia Oliveira, do Metrópoles, a equipe de Aragão defende que o artista não necessita dos recursos de Juliana e que os valores em questão “nunca foram incorporados ao patrimônio dele nem de sua esposa”, sendo apenas administrados para a segurança da própria filha e sua neta.
O comediante também levantou preocupação com o distanciamento de Juliana neste ano, mencionando que ela teria saído de casa “sem comunicar seu paradeiro” e “sem manter contato com a família”, deixando sua filha menor sob os cuidados do avô (Renato Aragão).
A seguir, o comunicado de Renato Aragão na íntegra (falas não modificadas):
“Há mais de uma década, e sempre com o apoio de orientação jurídica, ficou acordado que uma parte dos recursos herdados por Juliana da herança de sua mãe fosse administrada pelo pai, processo conduzido seguindo as orientações do advogado da própria Juliana. A intenção, desde o início, foi simples: garantir que seu patrimônio estivesse protegido e bem-organizado, de forma que ela pudesse utilizá-lo com tranquilidade ao longo do tempo, sempre priorizando também a segurança e o bem-estar de sua filha menor de idade.
Esse arranjo familiar — comum em muitas famílias que buscam apoio na gestão financeira — sempre funcionou de maneira transparente. Sempre que havia necessidade de movimentações extraordinárias que não eram do dia a dia (como despesas domésticas, uma vez que Juliana morava na casa do pai), eram registradas por escrito, justamente para que Juliana tivesse controle claro sobre o que tinha sido usado e o que permanecia reservado para ela.
Neste ano, porém, Juliana deixou a casa sem comunicar seu paradeiro e sem manter contato com a família, inclusive deixando a filha menor aos cuidados do avô. Desde então, todas as tentativas de aproximação feitas pelo pai e pelos familiares têm sido sem sucesso. O que tem chegado à família são apenas notificações jurídicas, e-mails com teor de chantagem e conteúdos publicados na internet que não representam a realidade.
O único objetivo da família, neste momento, é preservar a integridade emocional de Júlia e garantir que os recursos pertencentes à própria Juliana continuem sendo administrados com responsabilidade, até que seja possível retomar o diálogo de forma respeitosa e segura. Também preocupa a interferência de terceiros, desconhecidos da família e que possam estar usando de má-fé na condução do processo, tentando se aproveitar da triste situação para ganhos financeiros.
Que fique claro que Renato Aragão não precisa nem nunca precisou dos recursos de Juliana e que isso nunca foi incorporado ao patrimônio dele nem de sua esposa, sendo apenas administrados pela família por segurança da própria Juliana. A família segue aberta ao entendimento, sempre com respeito à relação de pai e filha, que é a parte mais importante desse triste episódio.”